Nas investigações do suposto desaparecimento da empresária Edna Storari, 56, de Marechal Cândido Rondon, a Polícia Civil pediu a prisão provisória do companheiro dela, que é suspeito de ter praticado um homicídio.
A filha procurou a Polícia Civil de Marechal Cândido Rondon, relatando que a mãe estava sumida há mais de uma semana e que o marido não havia feito a comunicação.
Com o comparecimento da filha, a Polícia ao chegar à casa da vítima, foi recebida pelo companheiro que disse estar saindo para fazer o Boletim naquele momento, o que já causou estranheza.
O companheiro apresentou a versão de que a vítima havia viajado para o Paraguai com um casal de amigos de Guaíra, que ele não tinha conhecimento de quem eram, não levou o celular e ainda pediu para que o mesmo formatasse o aparelho.
Conforme a Polícia Civil, as diligências foram iniciadas e na casa da vítima surgiram as primeiras evidências que a história apresentada não parecia proceder, pois as roupas, maquiagens e joias da mulher estavam no lugar.
Aprofundando, constatou-se ainda que alguns dias após o sumiço o companheiro começou a procurar a vizinhança pedindo que os vizinhos apagasse imagens de câmeras de segurança.
“Com a reunião de todos esses elementos, foi representado pela prisão temporária do mesmo, passando assim a qualidade de investigado por um suposto crime de homicídio e fraude processual” – diz a nota da Polícia Civil.
Em depoimento na Delegacia de Polícia, o homem negou ter matado a mulher, mantendo a mesma versão inicial. (Marechal News – Polícia Civil).

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pela participação.