Uma denúncia de ameaças, desavenças e de pessoas feitas reféns, levou a equipe da Patrulha Rural até o acampamento Canaã, no município de Peabiru, onde se encontra um grupo do Movimento Sem Terra (MST).
Na chegada, os policiais encontraram a porteira de acesso ao acampamento, fechada, e cerca de 25 pessoas e alguns veículos no local. A denúncia também dava conta de que um grupo estaria bloqueando o acesso ao acampamento.
Em contato com os policiais, alguns membros do grupo informaram que havia um desacordo quanto à atitude de alguns acampados, os quais estariam solicitando o retorno de dirigentes do MST. No entanto, segundo eles, na época em que o movimento controlava a área ocupada, não havia liberdade entre os acampados.
Quanto à denúncia de pessoas mantidas reféns, o fato não se confirmou. O grupo acusado declarou que apenas foi até o lote da suposta vítima e pediu para que ela deixasse a área ocupada, uma vez que o mesmo já seria cadastrado com um lote no município de Iretama. Após isso, o trabalhador teria saído com um veículo em direção a Peabiru, sem o uso de força, segundo eles.
Os policiais relataram que durante o deslocamento ao acampamento, se deparam como veículo, mas os ocupantes não solicitaram apoio.
Quanto a porteira fechada, segundo eles, era para assegurar que dirigentes do MST não entrassem na propriedade. No entanto, um outro grupo relatou que as pessoas que estavam bloqueando, agiam de forma arbitrária, impondo medidas que não estavam de acordo com o pensamento de todos e que por este motivo haviam solicitado para que o MST voltasse a gerenciar a área ocupada.
Fonte: Tá Sabendo

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado pela participação.